Nos últimos dias, uma notícia tem circulado pelos quatro cantos de Bacabal: a suposta chegada do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) à cidade de Bom Lugar. O mais curioso disso tudo é que a informação está sendo espalhada principalmente pelos aliados do candidato Roberto Costa, em uma clara tentativa de prejudicar seu concorrente em Bacabal, Marcos Miranda, esposo de Marlene prefeita de Bom Lugar.
O Gaeco é um órgão do Ministério Público que atua no combate ao crime organizado e à corrupção, realizando investigações e operações que visam desmantelar esquemas ilegais e criminosos. A sua presença em Bom Lugar, se confirmada, seria um sinal de que algo grave está sendo investigado na cidade.
No entanto, o que chama a atenção é como essa informação estar sendo utilizada de forma política, antecipando-a aos aliados do governo como uma forma de prejudicar Marcos Miranda, que surpreendeu a todos ao conseguir em apenas 45 dias de lançar seu nome oficialmente, estar empatado nas pesquisas com os até então invencíveis Roberto Costa e Emílio.
Essa tática de guerra suja não é novidade, mas é lamentável ver como ela está sendo utilizada de forma descarada em Bacabal. Em um momento em que o eleitorado clama por transparência e ética na política, é inaceitável ver que alguns políticos ainda recorram a artimanhas para tentar desestabilizar seus adversários.
É importante que a população esteja atenta a essas manobras e não se deixe levar por informações tendenciosas e manipuladas. A democracia só funciona de forma eficaz quando os candidatos se comprometem a fazer uma campanha limpa e transparente, sem recorrer a truques sujos para tentar se sobressair.
Esperamos que o Gaeco, se de fato estiver vindo a Bom Lugar, faça uma investigação imparcial e justa, sem influências políticas ou partidárias.
É hora de mudar as táticas de guerra na política de Bacabal e em todo o país. A população está de olho e cobrando uma postura digna de seus representantes políticos.
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