Dívidas trabalhistas de Paulo Marinho Jr. quadruplicam e funcionários da FAI cobram salários na Justiça

Blog Lucas Moura
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A crise trabalhista envolvendo a Faculdade do Vale do Itapecuru (FAI) e o Paulo Marinho Jr. se agravou em Caxias. Ex-colaboradores seguem sem receber salários e direitos reconhecidos judicialmente, enquanto as dívidas trabalhistas vinculadas ao parlamentar dispararam em menos de um ano.

Documentos oficiais da Justiça do Trabalho mostram que o número de processos com débitos consolidados saltou de 4, em 2025, para 13 em 2026, todos na Vara do Trabalho de Caxias. A certidão positiva indica inadimplência em condenações ou acordos já definitivos, ou seja, dívidas reconhecidas pela própria Justiça e não pagas.


Diante da falta de pagamento, trabalhadores ligados à FAI passaram a adotar medidas mais duras para tentar receber. Entre elas, está o pedido de bloqueio de parte do salário parlamentar de Paulo Marinho Jr. para quitar os débitos trabalhistas. Ainda não há confirmação pública sobre decisão judicial, mas a medida já teria sido levada à Justiça.


O crescimento acelerado das dívidas e a cobrança de salários mostram um cenário de inadimplência persistente que atinge diretamente trabalhadores da instituição ligada ao deputado. Enquanto isso, os processos se acumulam e os funcionários seguem aguardando o que a Justiça já determinou: o pagamento.

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