Pedro Medeiros exonera Arquimedes e decreta fim oficial de um poder que já estava morto

Blog Lucas Moura
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Acabou. E acabou de forma oficial, no papel, com assinatura e publicação. O prefeito Pedro Medeiros exonerou o ex-prefeito Arquimedes Américo Bacelar do cargo de Secretário Extraordinário de Governo do Município de Afonso Cunha em Brasília.


A Portaria nº 065/2026 não é apenas um ato administrativo. É a certidão de óbito político de uma influência que já vinha agonizando há tempos.

Arquimedes, que mesmo fora do mandato insistia em se manter pendurado em cargo estratégico, agora está completamente fora da estrutura de poder. Sem cargo, sem caneta e sem espaço.


Durante meses, o ex-prefeito tentou sustentar a narrativa de que ainda tinha força dentro do governo. Tentou mandar por fora, influenciar decisões e manter aliados espalhados na máquina pública. Mas a realidade bateu na porta, e dessa vez veio em forma de exoneração oficial.


A saída escancara o que já era evidente: Pedro Medeiros cansou de dividir governo com quem não tem voto, não tem mandato e não aceita sair de cena.


O cargo em Brasília, que já era visto como um abrigo político, virou agora símbolo do fim de uma era. Nem isso sobrou.


Nos bastidores, a leitura é clara: a exoneração de Arquimedes é o movimento mais duro e direto até agora na desmontagem completa do antigo grupo político dentro da gestão.


E o recado não poderia ser mais claro: não existe mais espaço para sombra de ex-prefeito dentro do governo.


Arquimedes Bacelar agora enfrenta a dura realidade que tentou evitar a qualquer custo, virou passado. E não é mais passado que influencia. É passado que assiste.


Em Afonso Cunha, Pedro Medeiros não só assumiu o comando. Ele está redesenhando o poder. E, pelo visto, não vai deixar pedra sobre pedra do que um dia já foi domínio do seu antecessor.

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