Arquimedes Bacelar virou uma sombra do que já foi na política de Afonso Cunha

Blog Lucas Moura
0


Se existe alguém incomodado com o sucesso da gestão Pedro Medeiros em Afonso Cunha, esse alguém atende pelo nome de Arquimedes Bacelar.


Acostumado durante anos a ser o centro das atenções na política da cidade, o ex-prefeito parece não ter digerido até hoje o fato de que perdeu o comando da cidade e, junto com ele, boa parte da influência que dizia ter.


Hoje, sem a caneta, sem o prestígio de antes e vendo antigos aliados caminharem em outras direções, Arquimedes virou uma espécie de comentarista da própria decadência política. Passa mais tempo criticando quem está governando do que explicando à população os problemas que ficaram de herança de suas gestões.


O mais engraçado é que toda vez que seus aliados aparecem apontando obras abandonadas, serviços problemáticos ou situações mal resolvidas, acabam lembrando ao povo justamente quem governou Afonso Cunha durante anos.


É como o sujeito que ateou fogo na cozinha e agora aparece com um balde vazio tentando ensinar como apagar incêndio.


Enquanto Arquimedes vive preso ao retrovisor, Pedro Medeiros avança consolidando uma das maiores bases políticas dos últimos anos no município. Ao lado do prefeito estão o ex-prefeito Mário Bacelar, o vice-prefeito Floriano, vereadores, suplentes e lideranças que compreenderam para onde o vento da política está soprando.

Já Arquimedes parece cada vez mais parecido com aqueles discos arranhados que repetem a mesma faixa o dia inteiro. O discurso é o mesmo, as reclamações são as mesmas e a estratégia continua sendo apostar no quanto pior, melhor.


E como se não bastasse, ainda conta com a ajuda da presidente da Câmara, Júlia Rodrigues, que parece ter trocado a função de parlamentar pela de produtora de vídeos. A missão é simples: gravar qualquer problema da cidade e tentar jogar a conta no colo de Pedro. O problema é que, muitas vezes, o vídeo acaba funcionando como prova das marcas deixadas pelo grupo político que ela mesma defende.


No desespero para atacar o presente, acabam fazendo propaganda dos erros do passado.


A verdade é que Afonso Cunha mudou. A população mudou. E o poder mudou de mãos. Quem ainda não conseguiu aceitar isso foi Arquimedes Bacelar, que segue percorrendo a cidade com a velha fantasia de coronel político, sem perceber que o roteiro mudou, o filme mudou e o público já está assistindo outra história.


Enquanto Pedro trabalha para governar a cidade, Arquimedes continua tentando governar as lembranças.

Postar um comentário

0Comentários

Postar um comentário (0)

#buttons=(Aceito!) #days=(20)

Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência. Saiba mais
Ok, Go it!