Em conversa com o Blog Lucas Moura, Fábio foi claro: não existe, nunca existiu e não está nos planos qualquer projeto político pessoal em Timon. Segundo ele, sua atuação no município se dá de forma pontual, transparente e com foco exclusivo nas eleições proporcionais de 2026.
“Meu foco em Timon é político, sim, mas restrito à eleição da Amanda Gentil para deputada federal e da Daniella Gentil para deputada estadual. Não há plano, nem interesse em disputar ou comandar a política local”, afirmou.
Ao contrário do que tentam vender alguns discursos, o grupo de vereadores que mantém diálogo com Fábio Gentil integra, em sua ampla maioria, a base do prefeito Rafael Brito. A única exceção é o vereador Helder Kaic, que mantém posição de oposição ao atual governo municipal.
Os demais parlamentares seguem alinhados à gestão, votam com o Executivo e participam das decisões administrativas, desmontando a tese de que existiria um “segundo grupo” operando à margem ou em disputa com a gestão Rafael.
Fábio Gentil fez questão de destacar que mantém boa relação institucional com o prefeito Rafael Brito, baseada no respeito político e no diálogo republicano.
Não há embates, nem tentativa de protagonismo ou imposição de liderança sobre a política timonense.
Outro ponto ignorado por quem tenta criar narrativa é que, quando Fábio passou a dialogar com os vereadores, esse grupo não fazia parte da atual gestão municipal. À época, eles integravam a base política da ex-prefeita Dinair Veloso.
Ou seja, não houve movimento de cooptação dentro da gestão Rafael, nem construção de grupo paralelo para confronto político. O que houve foi uma reorganização natural do cenário político após o resultado das urnas de 2024.

