À frente da Fundação Municipal de Cultura há 1 ano e dois meses, Glauciane Corrêa tem realizado um trabalho indiscutível na pasta, com ações como:
Zé Pereira 2025.
Zé Pereira 2026, realizado neste mês.
Encontro de Folguedos 2025.
Valorização de shows evangélicos e católicos.
Pagamento das leis federais, como a Aldir Blanc, garantindo recurso direto para os fazedores de cultura do município.
E, pasmem, depois de anos esquecidos… Timon voltou a ter o aniversário da cidade em 2025, algo que simplesmente não vinha acontecendo em gestões anteriores.
E não para por aí.
Outro marco importante foi o retorno do tradicional desfile de 7 de Setembro, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Um evento que também estava apagado do calendário e que voltou a movimentar escolas, famílias e a cidade como um todo.
Aniversário da cidade de volta.
Desfile cívico de volta.
Calendário cultural ativo.
Quando o trabalho aparece, incomoda. Quando dá certo, incomoda mais ainda.
Nos bastidores da política timonense, começaram a espalhar conversinhas de que Glauciane poderia deixar a Cultura. Mas quem acompanha de perto sabe: isso tem cheiro de “fogo amigo”.
Tem gente que olha para a cadeira dos outros e esquece de trabalhar na própria.
Glauciane tem respaldo. E não é pouco.
Conta com total apoio do prefeito Rafael Brito, que demonstra confiança ao ponto de colocá-la também como secretária interina de Comunicação.
Não se entregam duas pastas importantes a quem não tem credibilidade.
A verdade é simples: a Cultura voltou a respirar, voltou a ter calendário, voltou a ter palco, voltou a ter público.
E quando o trabalho aparece, surgem os olhares atravessados.
Mas na política é assim: quem faz, aparece.
E quem aparece… vira alvo.
Enquanto uns falam, outros trabalham.

