Com a chegada de 2026, um fenômeno curioso tomou conta das redes sociais em Timon. De forma repentina, surgiram dezenas de “TVs”, canais improvisados e influenciadores digitais que passaram a dedicar tempo integral a atacar a atual gestão do prefeito Rafael Brito. Vídeos em série e postagens coordenadas viraram rotina. Tudo muito organizado. Organizado até demais.
Quem financia esse grupo?
Em gestões passadas, inclusive em períodos marcados por problemas administrativos, denúncias e reclamações populares, esse exército digital simplesmente não existia. Não havia indignação, nem mobilização, nem “defesa do povo”. O silêncio reinava. Agora, curiosamente, com uma gestão em curso e que tem incomodado interesses antigos, a internet virou palco de ataques constantes.
Vale lembrar que influencer não vive de discurso. E dedicação exclusiva para atacar governo não se sustenta no amor à causa. Existe algo por trás disso tudo...
Apesar de se autointitularem “imprensa independente”, muitos desses canais não apresentam fatos, dados ou apurações. O que se vê são ataques pessoais, xingamentos e tentativas claras de desmoralização política. A situação chegou a um ponto tão extremo que, na última quarta-feira (04), o prefeito Rafael Brito foi obrigado a registrar um Boletim de Ocorrência após ser alvo de ofensas e ataques que ultrapassaram qualquer limite aceitável.
Liberdade de expressão não é salvo-conduto para difamação. Crítica política não autoriza agressão pessoal. E opinião não pode ser confundida com crime.
Nos bastidores da política timonense, o comentário é de que grupos derrotados nas urnas, sem espaço e sem liderança eleitoral, encontraram nas redes sociais uma forma de tentar criar desgaste artificial na gestão municipal. Sem força no voto, tentam impor narrativa no grito. Sem propostas, apostam no ataque.
O método é velho e conhecido:
repetição de mentiras até virar “verdade”;
criação de escândalos artificiais;
ataques pessoais para esconder a falta de conteúdo;
e o uso de influenciadores como linha de frente, enquanto os verdadeiros patrocinadores permanecem escondidos.
A população de Timon não é ingênua. Já viu esse filme antes e sabe reconhecer quando o barulho é grande demais para ser espontâneo. Quando há muito ataque, quase sempre há alguém pagando a conta.
Fica o desafio público: Se são independentes, mostrem quem financia.
Se são imprensa, respeitem os fatos.
Se são cidadãos, respeitem a lei.
Enquanto isso, a pergunta segue sem resposta para uma pergunta:
quem financia essas “TVs” e influenciadores em Timon?

