A tal demonstração de força de Luciano Leitoa virou praticamente um encontro VIP, tão exclusivo que quase ninguém apareceu. Se chamasse mais dois, já dava pra fechar a conta de uma mesa de bar.
Quem viu o grupo Leitoa dominar a política de Timon deve ter ficado sem entender: cadê o povo? Cadê a militância? Cadê aquela “força” toda que dizem que ainda existe? Pelo visto, ficou só na conversa mesmo.
Braide saiu de São Luís acreditando no roteiro que Luciano vendeu. Chegou em Timon e deu de cara com a versão “reduzida”, bem reduzida, do que um dia já foi o grupo mais forte da cidade.
E olha… se aquilo ali era pra animar alguém, passou longe. Nem discurso empolgado salvou, porque faltava o principal: o povo...
No fim, ficou parecendo aquelas festinhas que o dono insiste em dizer que “já já enche”… mas ninguém chega.
Braide foi, viu… e provavelmente entendeu que confiar em Luciano hoje é tipo esperar multidão onde só tem cadeira vazia.

