A reunião de Luciano Leitoa na sede do PDT, nesta quinta-feira (16), em Timon, foi tão animada que por pouco não pedem um cafezinho e começam a jogar dominó. Público? Contável nos dedos, e ainda sobrava dedo.
Enquanto Eduardo Braide cumpria agenda e arrastava curiosos pela Ceasa e pelo IFMA, durante o dia, o “grande evento” de Luciano parecia mais reunião de condomínio em dia de chuva. Climinha morno, cadeiras sobrando e aquela sensação de “era melhor ter cancelado”.
O mais curioso é que o próprio Luciano quis vender o encontro como demonstração de força política. Só se for força de vontade… porque de gente mesmo, passou longe.
Nem a presença de Juscelino Filho conseguiu salvar o ambiente, que já nasceu esvaziado e terminou do mesmo jeito: sem barulho, sem repercussão e sem futuro.
No fim das contas, Braide deve ter entendido rapidinho onde estava pisando. Uma coisa é visitar a cidade, outra é se apoiar em quem já virou peça de museu da política da cidade.
E olha… se isso aí foi mobilização, imagina o desânimo.

