Poucos dias após o resultado das eleições de 2026, o nome do Paulo Marinho Jr. volta ao noticiário, desta vez por uma decisão da Justiça Federal envolvendo a Faculdade Vale do Itapecuru (FAI), instituição de ensino de Caxias à qual o político é ligado.
A Justiça Federal determinou que a Sociedade Educacional Caxiense (Soeduca), responsável pela administração da FAI, regularize a situação de ex-alunos que concluíram seus cursos superiores, mas não receberam os respectivos diplomas.
A determinação é resultado de uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2024, após a identificação de problemas na emissão dos documentos acadêmicos e de falhas na comunicação com estudantes durante a interrupção das atividades da instituição.
Segundo informações divulgadas sobre o processo, alguns ex-alunos chegaram a esperar mais de quatro anos pela documentação que comprova a conclusão da graduação, situação que pode comprometer oportunidades profissionais e a continuidade dos estudos.
A decisão estabelece obrigações e prazos para a instituição regularizar as pendências, incluindo a documentação acadêmica dos estudantes prejudicados.
O episódio ocorre logo após as eleições de outubro, nas quais Paulo Marinho Júnior não conseguiu conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados. Agora, além do resultado eleitoral, o político vê uma instituição ligada ao seu nome novamente envolvida em uma determinação judicial.
A decisão representa um avanço para os ex-alunos que aguardam seus documentos e evidencia a importância do cumprimento das obrigações das instituições de ensino superior.

