Com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), neste domingo (25), após uma virada sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno, os bastidores da política nacional já começam a se movimentar em torno da formação do novo ministério para 2027.
No Maranhão, pelo menos quatro nomes aparecem nas especulações sobre possíveis espaços na Esplanada dos Ministérios.
Felipe Camarão (PT) é um deles. Ex-secretário de Educação e atual vice-governador do Maranhão, com mandato até dezembro, Camarão pertence ao mesmo partido do presidente Lula e pode entrar nas articulações para a composição ministerial.
Rubens Pereira Júnior (PT) também aparece entre os nomes lembrados. Reeleito deputado federal para o quarto mandato, Rubens Jr. é vice-líder do PT na Câmara dos Deputados e foi o único candidato do partido eleito deputado federal pelo Maranhão em 2026.
Hildo Rocha (MDB) é outro nome que pode entrar na disputa por uma vaga. Deputado federal eleito, Hildo poderia ser uma indicação política ligada à família Sarney. A relação histórica de Lula com o ex-presidente José Sarney e a ex-governadora Roseana Sarney alimenta as especulações. Vale lembrar que Lula esteve no Maranhão no último dia 20 e visitou a família Sarney.
André Fufuca (PP), senador eleito pelo Maranhão, também entra nessa lista. Ex-ministro do Esporte, Fufuca mantém influência na pasta, atualmente comandada por Paulo Henrique. Nos bastidores, uma das possibilidades discutidas é a continuidade dessa influência ou até mesmo seu retorno ao comando do ministério.
O Maranhão de olho na Esplanada!
O fato é que a formação do novo governo Lula abre espaço para articulações envolvendo lideranças maranhenses. O Nordeste, onde o presidente conquistou mais de 69% dos votos no segundo turno, teve participação decisiva em sua reeleição e deve ocupar lugar importante nas negociações políticas.
A expectativa é de que o Maranhão seja contemplado na composição ministerial de 2027. Resta saber quais nomes conseguirão transformar as articulações de bastidores em nomeações oficiais.
Por enquanto, os quatro nomes são possibilidades políticas, sem confirmação oficial de indicação ou convite.
