A Polícia Civil do Maranhão avança nas investigações sobre o grave acidente ocorrido na noite do último domingo (1º), na BR-226, em Timon, que terminou com a morte de três pessoas da mesma família, incluindo uma criança de apenas 7 anos.
O empresário Marcelo Pacheco, proprietário de um posto de combustíveis na região de Codó (MA), é apontado como dono da caminhonete envolvida na tragédia.
Agora, a polícia trabalha para identificar quem estava dirigindo o veículo no momento da colisão. Uma das principais linhas de investigação é que a caminhonete estivesse sendo conduzida pelo filho do empresário, um adolescente de 17 anos, ou por um sobrinho.
Segundo as informações divulgadas, há suspeitas de que o adolescente tenha sido retirado da cidade após o acidente e levado para São Paulo. Essa possibilidade ainda está sendo investigada pela Polícia Civil.
O delegado Zilmar Santana, responsável pelo caso no 2º Distrito Policial de Timon, também apura uma possível responsabilidade criminal do proprietário da caminhonete, caso fique comprovado que ele entregou a direção do veículo a uma pessoa sem habilitação.
Além disso, a investigação busca esclarecer possíveis crimes relacionados à omissão de socorro, fuga do local do acidente e eventual alteração de vestígios ou identificação do veículo.
A tragédia que chocou Timon
O acidente aconteceu na BR-226, nas proximidades do bairro Joia, quando uma caminhonete e um carro de passeio colidiram frontalmente.
Com a violência do impacto, o veículo onde estava a família pegou fogo, provocando a morte de Antônio Francisco Pereira de Sousa, de 35 anos, Aline dos Santos Silva, de 43 anos, e Hamon Henrique Pereira da Silva, de apenas 7 anos.
Uma quarta vítima, uma criança de 11 anos, conseguiu sobreviver à tragédia.
O caso provocou grande comoção em Timon e aumentou a cobrança por justiça e por medidas de segurança na BR-226, trecho que vem registrando graves acidentes.
A expectativa agora é que a Polícia Civil esclareça quem estava ao volante da caminhonete e quais responsabilidades poderão ser atribuídas aos envolvidos.
O Blog Lucas Moura continuará acompanhando o caso.
