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Saiba quem são os envolvidos em operação que prendeu nove pessoas em Timon e Teresina

A ação contou com a participação de 70 policiais, entre policiais civis das mais diversas unidades policiais do Estado

23 de nov. de 2022

/ Blog do Lucas moura


A Polícia Civil do Piauí divulgou os nomes dos investigados na Operação Mandarim, deflagrada pela Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (Depre) nesta quarta-feira (23) em Timon e Teresina com objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em tráfico de drogas.


Nove pessoas foram presas, entre elas estão três empresários suspeitos de lavar dinheiro para traficantes. Ao todo, as equipes cumpriram 22 mandados judiciais, entre prisões preventivas e de busca e apreensão.


Empresários presos:


Paulo Henrique Da Costa Ramos Lustosa, conhecido como “Paulinho Chinês” - apontado como líder do grupo criminoso. Ele é dono da IPK Empreendimentos Imobiliários, localizada Edifício Manhattan, no bairro Jóquei, na zona Leste de Teresina;


Ítalo Freire Soares de Sá - sócio administrador da empresa Ponto Charme, na rua Major Sebastião Saraiva, no bairro Morada do Sol, zona Leste de Teresina;


Ramon Santiago Matos Nascimento - proprietário da empresa Achei Negócios Imobiliários, no bairro São Cristóvão, zona Leste de Teresina;


Demais investigados:


André Kauê Dias Viana;

Armando Dos Santos Lima;

Cassio Da Silva Sousa;

Cláudio Roberto Gomes Da Silva, vulgo “Ganso”;

Edelfran Nunes De Morais;

 Ediwillamy Vieira Dos Santos;

Erlandio Miranda Coelho;

Fábio Galeno Da Silva;

Francisco De Assis Da Costa Dos Santos, vulgo “Assiszinho”;

 Paulo Henrique Da Costa Ramos Lustosa; 

 Raimundo Nonato Araujo Borges Filho;

 Raimundo Rodrigues da Conceição;

 Rafael De Sales Gomes;

 Robert Willame Batista De Araújo;

Rubens Diogo Da Silva;


A ação contou com a participação de 70 policiais, entre policiais civis das mais diversas unidades policiais do Estado. Além do tráfico de drogas, a investigação apurou crime de lavagem de dinheiro, razão pela qual 10 veículos estão sendo sequestrados, além de dois imóveis. Também estão sendo bloqueados valores na ordem de até R$ 30 milhões nas contas bancárias de todos os investigados, sejam dos operadores da lavagem ou das pessoas conhecidas como “laranjas”. 


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